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YORKS

 

Yorkshire terrier, também chamada york e yorkie, é uma raça de pequeno porte do grupo dos terriers, originária da Inglaterra cujo surgimento do yorkshire terrier está atrelado a fatos históricos ocorridos na Grã Bretanha, mais precisamente na região de Yorkshire, antes do reconhecimento oficial do animal.

No fim do século XI, os servos adquiriram a permissão de criarem cães, porém seu tamanho não deveria ultrapassar o de um aro metálico de sete polegadas de diâmetro (esta, acredita-se, pode ter sido a causa do início dos cruzamentos que deram origem às raças posteriormente chamadas de terriers). Na época, o cão que passasse sem problemas por esse aro era considerado pequeno o suficiente para não caçar, já que a classe servil, à qual pertenciam seus donos, não tinha o direito à caça nos domínios senhoriais.

Até o século XVII, a maioria dos britânicos trabalhava na agricultura, mas, com o advento da revolução industrial, muitas famílias deixaram a Escócia, levando consigo os seus cães e instalando-se no condado de Yorkshire, na Inglaterra, onde pequenas comunidades se desenvolveram ao redor das minas de carvão, dos moinhos têxteis e das indústrias de lã.

Mais diretamente ligado ao surgimento dos yorkshires, dita uma raça relativamente recente, estão os cruzamentos entre vários cães de pequeno porte já conhecidos na época. Esses cães, assim como seus donos, concentraram-se nas proximidades dos centros de trabalho. De todas as teorias conhecidas, a mais aceita fala de cruzamentos espontâneos entre raças tradicionalmente conhecidas como caçadoras em toca.

 

Uma das maneiras que se utilizou para obter cães tão pequenos foi consanguinidade. Uma das consequências é que se obteve animais onde a característica de pelo é muito semelhante ao de cabelos humanos. Muito semelhante ao de loiras naturais. Não raro estas mulheres apresentam o crescimento lento e fios finos e quebradiços. Entre especialistas esta situação é definida com "síndrome da Xuxa" .

Qual a razão disto?

Genética com certeza. O que por si só não desclassifica um indivíduo nem impede ações corretivas.

A primeira ação será evitar todo e qualquer tipo de dano ao cabelo (crescem indefinidamente, portanto não se trata de pelo) durante os banhos. O cabelo destes animais precisam ser considerado como a pior condição do cabelo humano: quimicamente tratados.

Portanto o início de cosmética capilar em York seria a pior condição de um cabelo humano. Isto será conseguido com limpeza profunda e anti resíduos. Seguida de ativos formadores de filme que protejam as finas estruturas.

Qualquer shampoo com pH inadequado fará com que o em química se fala como lixiviação: a retirada por determinadas soluções ou substância do conteúdo de uma determinada substância dispersa em outra.

Na estrutura capilar um elemento importante são as ceramidas. Que infelizmente são retiradas com muita facilidade por alguns tipos de silicone (que levianamente são apresentados como grande avanço em formulação - o que obviamente, não concordo, por isto mesmo não uso em nada).

Em se tratando de animais naturalmente oleosos outro cuidado se faz necessário: a retirada de oleosidade natural deve ser suave e na medida exata da necessidade de limpeza para não desencadear um fenômeno uma resposta conhecida tecnicamente como feed back ou popularmente por efeito rebote.

A segunda ação é a necessidade de nutrientes que só podem ser carreados pela alimentação oral, por vias parenterais ou por cosmecêuticos. Nós da Royal Shower, podemos  e fazemos de nosso produtos instrumentos cosmecêuticos, sempre que possível e viável.  Hoje é de amplo uso um produto nosso chamado Grow Up.  É cosmético no sentido de que  apresenta grande capacidade de restaurar a medula que dá corpo (e enchimento) e também as cutículas (que mantém a força, brilho e resistência mecânica) da estrutura capilar.

A ação cosmecêutica é devida ao fato de que vitaminas  (principalmente E) são responsáveis pela crescimento capilar, mas sobremaneira têm a performance aumentada por compostos oriundos da própria planta.

Mix adequado destes óleos proporciona uma absorção a nível de folículo capilar, porque HLB adequado permite a permeação muito facilmente. Daí a aceleração de crescimento notável. As ações concomitantes na parte da formada do pelo grane a quase completa capacidade anti queda.

 

Posto isto o que recomendamos para o caso de Yorks é um banho com os seguintes passos ( lembrando que pelagens longas devem ser ensaboadas com movimento manuais no sentido da raiz pata as pontas, jamais esfregando em vai vem):

 

1- Shampoo Limpeza Profunda com Neutralizador de Odores. Enxague. Eventualmente, em cães muito sujos pode ser necessário repetir este passo.

2- Shampoo Restaurador de Cores. Enxague.

3- Shampoo Extra Keratin. Enxague.

4- Retirada do excesso de água com prensa manual.

5- Aplicação de Easy Comb sobre a pelagem ainda molhada. Não enxague.

6- Aplicação de Creme Platinum Condicionador. Molho de +- 3 minutos. Enxague.

Seca.

 

O Grow Up  deverá ser aplicado com creme de pentear. Pequenas porções deve ser colocadas (Yorks podem receber algo como dois grãos de feijão por vez) em uma superfície (que pode ser a própria mão) e aplicados com a ponta dos dedos em partes variadas da pelagem. Isto assegura uma distribuição mais uniforme devido a escovação subsequente.

Não recomendamos que se espalhe com a, palma,  da mão inteira porque o produto será absorvido de maneira desuniforme. Não convém.

Em Yorks acontece de algumas partes terem pelos mais frisados que o desejável, então se pode aplicar mais produto nestas partes. Com o tempo o aplicador desenvolve a percepção do que é necessário. em termo de quantidade. Portanto é prudente inciar com pouco produto (que é extremamente econômico).

 

Apenas para informação. 

Em cães de pista se pratica o "cão no óleo". Nosso produto se presta muito bem a isto e os ganhos em pelagens são intensos. Mas não é viável em cães de companhia, a menos que se queira ter roupas, lençóis ou móveis untados com o excesso de oleosidade.